Amazon.com… A vez do Brasil.

Amazon.com… A vez do Brasil.

A estimativa dos executivos é vender 4,8 milhões de itens no ano que vem, coisas como Kindles, CDs, DVDs, livros, jogos e programas de computador.

A Amazon tem mantido sigilo sobre o início de suas operações no Brasil, mas a expectativa é a de que o site amazon.com.br entre no ar no início deste mês.

Amazon.com é uma empresa multinacional de comércio electrónico dos Estados Unidos com sede em Seattle, estado de Washington. Foi uma das primeiras companhias com alguma relevância a vender produtos na Internet. Amazon inclui, igualmente, a Alexa Internet, a9.com, e a Internet Movie Database (IMDb). A empresa estava prevista para iniciar as vendas no Brasil dia 1° de setembro de 2012, mas não conseguiram firmar acordo com as editoras e o depósito onde ficaria os produtos, não estava pronto.

Na atualidade, segundo reportagem de Veja.com, a filial nacional da empresa já está instalada em um escritório dentro do complexo empresarial Rochaverá, localizado no bairro da Vila Almeida, ao lado do shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo. Para liderar a operação nacional, a Amazon terá o executivo Alexandre Szapiro, que deixou a Apple Brasil em agosto passado.

Se a vida dos editores está sendo sacudida pela brisa da Amazon, a dos livreiros deve enfrentar um furacão. Ao inaugurar um escritório e uma operação dedicados ao Brasil, a Amazon, um titã que fatura 34 bilhões de dólares ao ano, passará a concorrer diretamente com as empresas estabelecidas aqui. “Acredito que as grandes livrarias estão preparadas para essa nova realidade. Mas as pequenas certamente sofrerão com isso”, diz Karine Pansa, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Saraiva e Cultura já dão como certa a entrada da empresa americana na disputa pelo leitor local. Para contra-atacar, miram no formato de livro digital vendido pela Amazon, só compatível com o leitor de e-books da marca, o Kindle. As livrarias brasileiras apostam em um formato eletrônico chamado ePUB, reconhecido por um grande número de plataformas, como tablets, celulares e computadores que rodam, entre outros, com sistemas da Apple e do Google (Android).

Em meio a tudo isso, há rumores que a maior empresa americana estaria estudado a compra de algumas revendedoras que poderiam ajudar a marca – e a Saraiva, maior distribuidora do país, estaria na lista da empresa. (Bloomberg)

O cadastro da Amazon na Junta Comercial também confirma que a empresa executará “vendas e varejo geral, no país e/ou estrangeiro, de quaisquer produtos, incluindo, entre outros, produtos eletrônicos portáteis físicos ou digitais que processem dados e tablets, inclusive aqueles que permitam a leitura de livros digitais”.

Fonte: Veja.com ; Exame e Bloomber.

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